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09/11/2011

O Anseio de Deus




"Eu pertenço ao meu amado,
e ele me deseja".
(Cântico dos cânticos 7.10)


Foi a passagem que eu orei durante todo o tempo em que lá estive.

Nos últimos trinta anos, continuei orando a passagem (Ct 7.10ss), nas alturas, dentro de 747s, em mosteiros, em cavernas, em centros de retiro espiritual e em lugares desertos. Acredito que a expressão anseio furioso é a melhor maneira de descrever o anelo que ele sente por você e por mim. Se você conseguir levar consigo apenas uma mensagem da leitura deste livro, que seja a aquisição do hábito de orar essa passagem da Escritura. Quando você toma essas palavras para si pessoalmente, quero dizer bem pessoalmente, várias coisas lindas começam a acontecer:

  • O rufar dos tambores da condenação, alojados em sua mente, será substituído por um cântico em seu coração que tem o potencial de fazerem seus olhos cintilarem.
  • Você não será dependente da companhia das pessoas para amenizar sua solidão, pois ele é Emanuel - Deus conosco.
  • O elogio das pessoas não fará seu espírito alçar os mais altos voos, nem sua crítica o fará mergulhar nas profundezas do poço. A rejeição delas pode enfermá-lo, mas não será uma enfermidade para morte.
  • Num significativo desenvolvimento interior, você transitará de um devo orar para um preciso orar.
  • Você viverá com a consciência de que o Pai não apenas o ama, mas gosta de você.
  • Você vai parar de se comparar com os outros. Da mesma maneira, não procurará fazer alarde de quanto você é importante, vangloriar-se de suas vitórias na vinha ou sentir-se superior a qualquer pessoa.
  • Você vai ler sofonias 3.17-18 e verá Deus dançando de alegria por causa de você (como precisamente traduz a versão americana da Bíblia de Jerusalém).
  • Vez por outra, ao longo do dia, você simplesmente saberá que está sendo visto por Jesus com um olhar de ternura infinita.
Sou testemunha dessas verdades.

(trecho do livro O Anseio Furioso de Deus de Brennan Manning)

22/04/2011

Reconhecimento - John L. Mackenzie




'O elemento básico parece ser o reconhecimento. Reconhecemos que a pessoa com quem estamos tendo contato fala direto e fundo ao nosso ser, atende nossas necessidades, satisfaz nossos anseios. Reconhecemos que essa pessoa confere sentido à vida. Não digo novo sentido, mas sentido apenas, pois reconhecemos que, antes de entrar em contato com ela, a vida simplesmente não tinha sentido real. Reconhecemos que ela se revelou a nós, e não somente a si mesma, mas também nos revelou nosso verdadeiro eu. Reconhecemos que não podemos ser nosso verdadeiro eu sem nos unir a essa pessoa. É nela que a escuridão recebe luz, a incerteza cede lugar à certeza, e a insegurança é trocada por um profundo sentimento de segurança. Descobrimos que nela passamos a compreender muitas coisas que nos deixavam confusos. Reconhecemos que ela é a fonte de força e poder que fluem para nós. E a maior certeza de todas é o reconhecimento de que nessa pessoa encontramos Deus e que jamais o encontraremos de algum outro modo'

01/05/2010

Você crê que Ele te ama?




Nada a adicionar, não me canso de ver essa mensagem, e espero que abençoe a sua vida também...

lembrando, edificou? não seja egoísta, repasse!

16/02/2010

Gálatas e a liberdade

“Estais, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão” (Gálatas 5:11)

Uma família cheia de ímpeto que executa cuidadosamente seu plano de fuga à meia-noite e corre para a fronteira…

Um homem que do lado de fora dos muros da prisão respira ar fresco e se deixa banhar pelo sol…

Uma Jovem que ostenta todos os traços de uma droga devastadora que acabou de ser liberta…

Todas essas pessoas estão livres.

E, com uma renovada antecipação, podem agora iniciar uma vida nova.

Quer na fuga da opressão, na liberação da prisão ou na quebra de um hábito sufocante, a liberdade significa vida. Não existe maior felicidade do que saber que o passado foi esquecido e que novas opções nos aguardam. As pessoas anseiam pela liberdade.

O Livro de Gálatas  representa nosso alvará para a liberdade cristã. Nesta tão profunda carta, Paulo proclama a realidade da nossa liberdade em Cristo -  livres da lei e do poder do pecado, e para servir ao nosso Senhor, que é vivo e presente.

A maioria dos primeiros convertidos e líderes da igreja primitiva era formada por judeus cristãos, que proclamavam Jesus como seu Messias. Como judeus cristãos, lutavam contra uma dupla identidade. Sua tradição judaica os obrigava a ser rígidos seguidores da lei, mas sua recém-encontrada fé em Cristo os convidava a celebrar uma santa liberdade. Estavam curiosos para saber como os gentios (aqueles que não eram judeus) podiam fazer parte do Reino do Céu.

Essa controvérsia dividia a igreja primitiva. Os judaizantes  - uma facção de judeus extremistas dentro da igreja – ensinavam que os cristãos gentios eram obrigados a obedecer às leis e tradições judaicas, além de sua fé em Cristo. Paulo como missionário para os gentios, teve muitas vezes que enfrentar essa questão.

Portanto o livro de Gálatas foi escrito para refutar esses judaizantes e levar os crentes a viverem o evangellho puro e original. As Boas Novas são, igualmente para todos os povos – gentios e judeus. A salvação é pela graça de Deus, pela fé em Jesus Cristo, e nada mais. A fé em Cristo siginifica ter a verdadeira liberdade.

Deposi de uma breve introdução (1.1-5), Paulo dirige-se àqueles que aceitavam o evangelho deturpado dos judaizantes (1.6-9). Ele faz um resumo da controvérsia e inclui um confronto pessoal que teve com Pedro e outros líderes (1.10-2.16). Em seguida, aludindo à sua conversão, o apóstolo demonstra que a salvação só pode ser alcançada pela fé (2.17-21), apela para a própria experiência dos leitores do evangelho (3.1-5)  e mostra que o Antigo Testamento ensina sobre a graça (3.6-20). Em seguida, explica o propósito das leis de Deus e o relacionamento entre a lei, as promessas de Deus e Cristo (3.21-4.31).

Tendo colocado seus fundamentos, Paulo estabelece os argumentos da liberdade cristã. Somos salvos pela fé, e não por guardarmos a lei mosaica (5.1-12); nossa liberdade significa que somos livres para amar-nos, servir-nos mutuamente e agirmos corretamente (5.13-26); os cristãos devem ajudar-se mutuamente a desempenhar as suas responsabilidades (6.1-10) e ser bons uns aos outros (6.1-10)  Em 6.11-18, Paulo expõe seus pensamentos finais.

Ao ler a carta aos Gálatas, procure entender esse conflito do primeiro século entre a graça e a lei, ou, entre a fé e as obras, mas esteja também consciente dos exemplos e dos paralelos modernos. Como Paulo, defenda a verdade do evangelho e refute todos aqueles que pretendem aumentar, modificiar ou “torcer” essa verdade.

Você é livre em Cristo – venha para a luz e comemore!

Escrito por CPAD – Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal

C.S. Lewis Song – Brooke Fraser

04/02/2010

Quem é Jesus

O pastor Ariovaldo Ramos em uma mini-pregação especial para a equipe da i-TV, fala sobre as duas igrejas que foram formadas: A igreja da multidão, que só se interessa pelo que Deus pode lhes oferecer, e a igreja dos discípulos que se preocupam em realmente imitar Jesus. Em um vídeo simples e conciso demonstra quão perniciosa pode ser a teologia da prosperidade e quão contrário à Jesus pode ser cada um dos que a professam.

Deus abençoe sua vida!